Aquilo que não nos mata apenas nos torna mais fortes.
Após ter repetido esta frase para mim incontáveis vezes, sempre que senti dor, sempre que me vi aflito ou me senti vazio, finalmente posso concluir, mais uma vez, que meu passado me serviu bem. Sem arrependimentos, sem mágoas. Os ossos estão parando de doer, o coração de palpitar, a mente de divagar... Em algumas palavras de pessoas à minha volta encontro forças para me reerguer, e me sentir forte novamente.
Após ter repetido esta frase para mim incontáveis vezes, sempre que senti dor, sempre que me vi aflito ou me senti vazio, finalmente posso concluir, mais uma vez, que meu passado me serviu bem. Sem arrependimentos, sem mágoas. Os ossos estão parando de doer, o coração de palpitar, a mente de divagar... Em algumas palavras de pessoas à minha volta encontro forças para me reerguer, e me sentir forte novamente.
Quando li as palavras de Dalai Lama de que nós precisamos que as pessoas nos façam mal, pois somente assim podemos aprender a tolerância, creio que levei tais palavras a sério demais. Minha tolerância me enfraqueceu, me tornou uma pessoa falível, frágil demais. Apesar de tudo isso, ainda agradeço a todos aqueles que me fizeram mal, pois sem eles não seria o que sou hoje, uma versão melhorada e aprimorada de mim mesmo. Decidido, resoluto, livre.
Apesar da prepotência das palavras de alguns de que terem me ferido foi para o meu próprio bem, ainda me reservo o direito de dizer: o mérito é meu, única e tão somente. Não há nada em mim que ninguém, absolutamente ninguém possa chamar de seu a menos que eu permita, a menos que eu queira. Por este motivo reservo apenas àqueles que me ensinaram pela sabedoria, não pela agressão, o que sou e tudo que posso ser.
Dias cinzentos passam, dias brilhantes vem e vão. O que permanece é o valor que somente eu sei que tenho, qual eu mesmo que conquistei, pois não mais espero, não mais projeto.
E apesar de só, apesar de ter me entregado ao vazio que eu sinto dentro de mim, mesmo me lembrando nitidamente do medo que eu tinha de tal escuridão, ainda permaneço de pé e jamais voltarei a me prostrar por ninguém.

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