Sabe, todos nós somos cheios de vontades, de desejos, de anseios. Quando fazemos algo que afeta negativamente as pessoas à nossa volta muito comumente nos justificamos dizendo que foi por algo maior que nós mesmos, uma situação, uma causa, uma força maior... Mas bem da verdade nós fazemos única e tão somente o que nos apetece, o que nos dá vontade. As justificativas são que não uma forma de dizer que nosso ego está acima de todo o resto, que alimentá-lo pode ser justificado com o que quisermos.
Bem, justificar é fácil.
Podemos dizer que deixamos a casa bagunçada porque estávamos sem tempo.
Podemos dizer que deixamos de cumprir com nossa palavra porque "algo" aconteceu que não nos permitiu fazer o que havia sido prometido.
Podemos dizer que matamos por auto-defesa.
Podemos dizer que machucamos alguém porque não tínhamos controle de nossa própria vontade...
A palavra maturidade envolve muitas coisas, significa incontáveis outras. Fazer o que queremos não é crime, é natural. Mas justificar dizendo algo que não é "tátil", que não possui substância, que é externo a nós mesmos, é que não a mais pura imaturidade.
O que temos a perder dizendo "eu fiz porque eu desejei fazer", ou "eu fiz porque é o que eu acho certo fazer"???
Bem, a palavra mentira é considerada muito pesada e por isso tentamos "justificar" com algo que é plausível para nós mesmos, mas isso não diminui o dano. Nós podemos dizer que matamos por auto-defesa, mas isto não torna menos dolorosa a perda. Podemos também dizer que fizemos o que fizemos porque não tivemos controle sobre a situação, mas isto não nos exime de culpa, em nenhum grau, pelas consequências do que fizemos.
Por mais tolo que possa ser nosso interlocutor, justificar-se apenas deixará a sensação de que não somos capazes de admitir perante o mundo o que somos, o que desejamos, o que fazemos. E as justificativas apenas trazem mais amargura à situação, mais pesar, mais dor.
Sempre é tempo de dizermos a verdade. O que temos a perder não é maior do que o que certamente perderemos ao não admitir quem somos, pois o que perderemos é nossa própria auto-estima, nossa auto-confiança, e eventualmente, perderemos a nós mesmos.
O mundo gira depressa, e temos pouco tempo para cometer erros, quanto mais corrigí-los. Não devemos nunca tentar corrigir um erro com outro erro, pois seremos sempre escravos de nós mesmos, acorrentados a nosso próprio poço sem fundo de egoísmo.
Bem, justificar é fácil.
Podemos dizer que deixamos a casa bagunçada porque estávamos sem tempo.
Podemos dizer que deixamos de cumprir com nossa palavra porque "algo" aconteceu que não nos permitiu fazer o que havia sido prometido.
Podemos dizer que matamos por auto-defesa.
Podemos dizer que machucamos alguém porque não tínhamos controle de nossa própria vontade...
A palavra maturidade envolve muitas coisas, significa incontáveis outras. Fazer o que queremos não é crime, é natural. Mas justificar dizendo algo que não é "tátil", que não possui substância, que é externo a nós mesmos, é que não a mais pura imaturidade.
O que temos a perder dizendo "eu fiz porque eu desejei fazer", ou "eu fiz porque é o que eu acho certo fazer"???
Bem, a palavra mentira é considerada muito pesada e por isso tentamos "justificar" com algo que é plausível para nós mesmos, mas isso não diminui o dano. Nós podemos dizer que matamos por auto-defesa, mas isto não torna menos dolorosa a perda. Podemos também dizer que fizemos o que fizemos porque não tivemos controle sobre a situação, mas isto não nos exime de culpa, em nenhum grau, pelas consequências do que fizemos.
Por mais tolo que possa ser nosso interlocutor, justificar-se apenas deixará a sensação de que não somos capazes de admitir perante o mundo o que somos, o que desejamos, o que fazemos. E as justificativas apenas trazem mais amargura à situação, mais pesar, mais dor.
Sempre é tempo de dizermos a verdade. O que temos a perder não é maior do que o que certamente perderemos ao não admitir quem somos, pois o que perderemos é nossa própria auto-estima, nossa auto-confiança, e eventualmente, perderemos a nós mesmos.
O mundo gira depressa, e temos pouco tempo para cometer erros, quanto mais corrigí-los. Não devemos nunca tentar corrigir um erro com outro erro, pois seremos sempre escravos de nós mesmos, acorrentados a nosso próprio poço sem fundo de egoísmo.